Notícias

Notícias - Últimas Notícias
Catarinenses podem justificar ausência às urnas pela internet
MARIA GORETI GOMES - 08-Out-2014
Catarinenses podem justificar ausência às urnas pela internetFlorianópolis - O eleitor que não votou e não justificou a ausência às urnas no dia da eleição deve fazê-lo até 28 de novembro. Para facili...
Notícias - Últimas Notícias
Conheça os dez finalistas do prêmio Educadores Nota 10
Jornal da Educacao - 07-Ago-2014
  Evento de premiação acontecerá no dia 20 de outubro, na Sala São Paulo São Paulo -  A Fundação Victor Civita (FVC), em conjunto com um grupo de especialistas da área de educação, elegeu, por meio de...
Notícias - Últimas Notícias
Professoras de Joinville estão entre as DEZ vencedoras do Prêmio Educador nota 10
Jornal da Educacao - 07-Ago-2014
AS PROFESSORAS Angela Maria Vieira e Paula Aparecida Sestari desenvolveram projetos ambientais nas escolas Dois projetos desenvolvidos por professoras de escolas municipais de Joinville estão entre os...
Notícias - Últimas Notícias
Escola de Ciências Sociais da FGV lança seu primeiro edital de produção audiovisual
Jornal da Educacao - 05-Ago-2014
 A Escola de Ciências Sociais (FGV/CPDOC) recebe, até 14 de agosto, inscrições de propostas de documentários curta metragem (até 15 minutos) para participar de um processo seletivo, visando à produção...
Notícias - Últimas Notícias
PRÊMIO "CONSTRUINDO A NAÇÃO" ABRE INSCRIÇÕES
Jornal da Educacao - 28-Jul-2014
Promovido pelo Instituto da Cidadania Brasil, o Prêmio estimula e reconhece projetos de cidadania realizados por estudantes de escolas públicas e privadas, de todo o BrasilSão Paulo - O "Prêmio Constr...
No cenário político atual é preciso uma bússola para saber por onde andar(JE284)
17-Dez-2014
Image
Diagrama de Nolan
 
Caros leitores, vou aproveitar o meu espaço no JORNAL DA EDUCAÇÃO para indicar um site (www.politicalcompass.org), algo que nunca fiz antes. 

Estamos vivendo momentos na política brasileira que podem ser considerados de peculiares e bizarros, pessoas falando em emancipação de parte do Brasil (imaginem surgir Brasil do Sul separado do Brasil à semelhança do Sudão que se separou em Sudão do Sul e Sudão) outros falam na volta ao regime militar, além de outras estranhas propostas.
Nessas épocas me pareceu que o site www.politicalcompass.org poderia auxiliar às pessoas a pensarem sobre suas próprias convicções políticas. O site através de diversas perguntas simples auxilia a refletir sobre suas convicções, o posicionando segundo o diagrama de Nolan, um modelo que vai além do simples “Direita x Esquerda”
David Nolan, político americano que viveu durante a Guerra Fria, coloca em dúvida se a simples divisão direita e esquerda poderia de fato ser eficiente em seu mundo, especialmente ao analisar o governo de Hitler, considerado de direita e o de Stalin, considerado de esquerda, e ver tantas semelhanças entre eles (censura, trabalhos forçados, polícia política, culto à personalidade, etc)
A divisão em direita e esquerda vem dos tempos da Revolução Francesa e há duas formas mais comuns de se interpretar esse termo, embora eles tenham a mesma origem. 
Os que se sentavam nas cadeiras da direita defendiam a monarquia, o conservadorismo, os grupos de elites e as propriedades feudais, enquanto os que se sentavam à esquerda queriam mudanças, reforma agrária, distribuição de renda e de bens.
Mas e quando partidos de esquerda assumem o poder, eles passam a ser chamados de direita? Em vias de regras não se usa mais a ideia de “direita” para quem está no poder e “esquerda” para a oposição. 
Direita refere-se àqueles que crêem que a principal função de um governo é estabilizar a economia e que com a economia estável as empresas crescem, geram empregos e isso como um todo faz o país crescer, sendo benéfico a todos, no final das contas. 
Já os de esquerda acreditam que independente da economia e as empresas crescerem, a principal função do governo deve ser gerar igualdade social, e que sem igualdade não há verdadeiro avanço. 
A divisão entre quem está no poder e quem não está seria: partidos de ocasião são os que estão no poder, e os de oposição, os que tentam entrar no poder.
Mesmo assim, segundo Nolan, era preciso ir para além disso, e ele propõe um outro eixo entre totalitário e libertário. 
Sendo que os totalitaristas seriam aqueles que acreditam que o governo deve controlar mais aspectos da vida das pessoas, sendo mais forte, e os libertários os que acreditam que o governo deve intervir o mínimo possível. 
Desta forma, Hitler é de direita, e Stálin de esquerda, mas ambos totalitários. 
Já Gandhi, que pregava a igualdade das raças e das religiões em ações civis, mas sem a interferência do governo, seria libertário de esquerda, enquanto os neoliberais, como Fernando Henrique, que lutam pelo avanço econômico mas com pouca intervenção do governo, inclusive através de privatizações, seriam os libertários de direita.
Atualizado em ( 17-Dez-2014 )
 
Falta de reconhecimento afeta desempenho dos professores JE283-2014
20-Out-2014
Image
 
A educação e a profissão de professor são assuntos recorrentes nos discursos dos políticos. Especialmente porque as eleições sempre acontecem em data próxima ao Dia do Professor. E porque a sociedade brasileira clama por qualidade de ensino.
Entretanto, muito além dos discursos, os professores continuam se sentindo abandonados e desvalorizados. Este sentimento é recorrente entre os profissionais em atuação em sala de aula.
Os professores sentem-se abandonados pelos diretores escolares especialmente nos momentos de conflito com aqueles que mais deveriam reconhecer e dar valor ao seu trabalho: os alunos.

 

Respeito, salário e condições dignas de trabalho nas escolas. Estes foram os desejos presentes em todos os depoimentos dos professores no levantamento feito pelo Jornal da Educação. Selecionamos alguns que resumem bem os desejos de todos os professores do Brasil.  
E para ilustrar ainda mais o pensamento da sociedade em relação aos professores, analisamos também mensagens que correram nas redes sociais como mensagem para o Dia do Professor.  Verificamos que  a maioria foram feitas de professor para professor. Foram poucas as de aluno para professor, o que deixa transparecer a necessidade de reconhecimento social.
Foi-se o tempo em que o aluno levava maçã para a professora por orientação de sua família como forma de reconhecimento pela contribuição na formação daquele ser humano.  Hoje, dar um abraço e dizer com licença ou muito obrigado, no dia 15 de outubro, são cenas raras.
Carinho e respeito parecem não fazer mais parte do relacionamento entre professor x aluno x pais neste século.
As flores, frutas, doces e abraços de antigamente foram substituídos por gritos, brigas e objetos voando em sala de aula. Ações que, muitas vezes, acabam com registros em delegacias de polícia. E, alunos e professores (muitas vezes mais do que os alunos) assustados e carentes de ajuda e proteção.

Atualizado em ( 19-Nov-2014 )
Ler mais...
 
Os professores do Brasil querem só reconhecimento e valorização (JE283)
20-Out-2014
Os professores do Brasil querem reconhecimento e valorização. Mas não se trata do reconhecimento romantizado em poemas e canções no Dia do Professor ou nos discursos de candidatos a cargos públicos via eleição.
Esse reconhecimento pretendido pelas professoras e professores poderia ser traduzido em respeito. Respeito à sua importância na construção da sociedade, ao que este profissional representa e, acima de tudo, o respeito dos alunos, dos pais e, principalmente, dos gestores escolares à avaliação e às ações do professor em sala de aula visando a levar seus alunos à aprendizagem.
Vivemos num momento em que quem precisa ser protegido de agressões é o professor (a). Reconhecer a importância deste profissional para a sociedade, respeitar a sua avaliação e apoiar incondicionalmente suas atitudes em relação ao fazer pedagógico, inclusive no que tange à indisciplina dos alunos, é urgente.
E é o primeiro passo para fazer a revolução necessária na educação deste país.
Sim, porque assim como o médico tem o seu paciente e é ele o responsável pela vida daquele ser humano, o aluno é do professor.
É o médico que faz o diagnóstico, prescreve a medicação e o tratamento, prontamente acatados pelos demais profissionais da saúde, que estão ali para ajudá-lo, e, pelo próprio paciente e seus familiares.
Do mesmo modo, os demais profissionais da educação, bem como os familiares devem auxiliar o professor, acatar suas decisões e apoiar as atitudes e ações empreendidas em favor de salvar a mente daquele ser humano.
O médico cura o corpo, o professor cura da ignorância e prescreve o tratamento (caminho) para que aquele ser humanochegue ao saber.
O professor é o profissional especialista da área da educação. É ele quem tem a capacidade, a habilidade e a prerrogativa de avaliar seus alunos, e ninguém mais.
Reconhecer esta prerrogativa é o primeiro passo para uma revolução na educação do Brasil.
Ser reconhecido como o profissional do ensino é o sonho, é o desejo número UM dos professores brasileiros. Reconhecimento pelo bom trabalho passa, principalmente, pelo resgate do status de profissional respeitável, perdido em algum canto da escola nas últimas décadas.
Não é possível que a sala de aula continue a ser um ambiente de trabalho que possibilite até o pagamento de adicional de periculosidade para o professor. Isso beira às raias do absurdo. É a falência completa da escola como instituição de ensino, sua finalidade primária.
Valorização é o segundo desejo. Mas, valorizar não significa apenas pagar melhores salários e implantar plano de carreira.
Antes de mais nada, é preciso cumprir o novo Plano Nacional de Educação e equiparar o salário do professor com o dos demais profissionais de mesmo nível de escolaridade. E, ao mesmo tempo, criar mecanismos que tornem a carreira de professor mais atraente. Pois a decepção dos jovens com o magistério está intimamente ligada a falta de respeito e status do profissional em exercício.
Afinal, os bons professores precisam ser valorizados com adicionais ao salário, os quais o acompanharão na aposentadoria.  É a meritocracia. Não é possível que um professor que consiga ensinar verdadeiramente (não estamos falando de nota, mas de aprendizagem) à maioria dos alunos, esforçando-se, aperfeiçoando-se e implementando diversas atividades, cumprindo suas obrigações, ganhe o mesmo salário daquele que não consegue ter os mesmos resultados.
Desnecessário dizer também que o país tem carência de 700 mil professores. Os jovens não querem mais exercer a profissão de professor e o salário não é a principal razão. Eles não admitem o desrespeito reinante nas salas de aula (e escolas) dos alunos, dos pais e até mesmo dos diretores de escolas (que deveriam estar sempre do lado do professor, protegendo-o) em relação aos professores.
A falta de professores vai se agravar ainda mais nos próximos anos. Até porque são necessários pelo menos 4 a 5 anos para se formar um professor no curso superior. E, depois disso, serão mais três a cinco anos para que o recém-formado ganhe autoconfiança, supere os desafios iniciais e decida-se por permanecer na profissão. E não pode ser diferente.
Os profissionais da saúde passam por um período de residência médica, os administradores atuam como trainee nas empresas, os engenheiros fazem estágio remunerado. E o professor precisa atuar, ser o responsável por um grupo de estudantes, para desenvolver a autoconfiança e aperfeiçoar as técnicas, especialmente, de domínio de classe e didáticas, antes de decidir-se.
E nesta primeira fase de sua vida profissional, os demais profissionais da educação deverão fazer papel semelhante ao dos enfermeiros com o médico, auxiliá-lo no trato direto com o paciente (ou o estudante).
Se para tratar da saúde do corpo é preciso ser auxiliado, imagine tratar da saúde da mente que é quem comanda o corpo.
Há um grande percurso entre o diagnóstico inicial e a cura total da ignorância (falta de conhecimento sistematizado).
Os professores não querem ser reconhecidos como “salvadores da pátria” ou super-heróis, eles querem ser reconhecidos como os profissionais responsáveis pela formação do cidadão. Porque o cidadão é o comandante do corpo físico, tratado pelo médico.
A sociedade brasileira só funcionará e será boa para todos, quando cada um fizer a sua parte. Quando cada um entender que deve esperar na fila pelo atendimento, deve respeitar quem está lá, tentando organizar.
Quando as famílias perceberem que devem respeitar o zoneamento para matricular seus filhos na escola e o fizerem porque todas as escolas são boas.
Então, o Brasil será uma nação para os brasileiros. Quando a família efetivamente participar da vida escolar dos seus filhos, exigindo que ele faça a sua parte na aprendizagem e respeite o professor e a escola como instituição do saber.
Quando a escola voltar a cumprir o seu papel na sociedade, o de ensinar, e somente este.
O papel de educar é da família. E o de catequisar é da igreja. É preciso que cada um faça o seu papel na formação do cidadão brasileiro.
A família é quem deve reconhecer o valor da escola, o valor do professor, o valor do ensino. É ela quem educa. Cabe a ela criar é fazer com que a criança, o jovem e o adolescente construam uma escala de valores e de prioridade, colocando na escala mais elevada o ensino, a escola e, por consequência, o profissional responsável pela ensinagem: o professor.
Os brasileiros mais pobres não precisam de esmola, de bolsa disso ou daquilo, o brasileiro precisa única e exclusivamente de ensino de qualidade.Se nossas escolas públicas conseguirem efetivamente ensinar com qualidade, todo resto virá no rastro.
Somente com muito conhecimento adquirido na escola e determinação é possível sair da pobreza (e não voltar a ela).
E, ao construir uma vida melhor para si, o cidadão está também construindo uma vida melhor para os seus familiares e um país melhor.
Criar mecanismos de avaliação externa da aprendizagem de todos os estudantes é uma boa maneira de mudar a relação professor x ensino x aluno. É um modo fácil e rápido de fazer a revolução necessária no ensino no Brasil. Quando o professor for um aliado para que o aluno alcance o sucesso (e a nota)ele será respeitado pelo que ensina e não pela nota que atribui. Assim como são os professores dos cursinhos.
Todas as avaliações deveriam ser externas. Esta é uma mudança drástica de metodologia de avaliar a aprendizagem. Nela, caberia ao professor planejar e ministrar as aulas seguindo ao programa e conteúdos próprios para a turma e o nível de ensino estipulados pelo sistema de ensino.
Deste modo, ao invés do professor atribuir notas aos seus alunos, ele irá somente ensinar. As avaliações devem ser feitas pelos gestores, equipe pedagógica e pela secretaria de ensino.
Ao mesmo tempo, é preciso criar mecanismos de valorização da carreira de
professor. Quem ensina melhor deve ganhar mais e sem limites para este crescimento.
Deste modo, os bons professores, os que conseguem bons resultados de aprendizagem serão incentivados a continuar o bom trabalho.
E, para incentivar também os colegas, um programa de capacitação permanente deve promover estes professores a trocar experiência com os colegas com dificuldades em ensinar.
Assistir às aulas do colega por um período significativo é, ao mesmo tempo, aprender com quem sabe fazer bem e reconhecer o trabalho do outro.
Reconhecimento e valorização. Os dois grandes desejos dos professores poderão levar mais jovens a optar pela profissão de professor, mas é preciso, também, criar mecanismos para transformar a carreira de professor atraente. Já que esta é uma profissão fim e não intermediária.
Afinal, professor sempre será professor. Diretor de escola não é promoção, ser secretário de educação, não é promoção. Estas são apenas ocupações temporárias de um professor.
Portanto, é necessário criar mecanismos, além da valorização e do salário pelo mérito, que deverão acompanhar o professor na sua aposentadoria.  É preciso que o plano de carreira proporcione um “upgrade” pessoal e profissional de tempos em tempos. E o gatilho para este crescimento deve ser o trabalho bem feito, o desempenho em sala de aula e a aprendizagem dos alunos.
Atualizado em ( 19-Nov-2014 )
 
<< Início < Anterior | 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 | Seguinte > Final >>

Resultados 1 - 4 de 137

Última Edição


Advertisement
Advertisement

Qual a sua opinião?

O Ensino Médio realmente prepara o aluno para a Universidade?
 
A escola cumpre seu papel de ensinar?
 
As escolas públicas deveriam ser fundidas numa única rede?
 

Edições do Jornal

Jornal da Educação 284 - Novembro-Dezembro14
JornaldaEducação Nº283 - Outubro 2014
JE 282- Caderno especial projeto Perfil
JE 281- Agosto 2014 - Aniversário
Jornal da Educação 280 - julho 2014
Jornal da Educação279 - junho 2014
O mundo é das mulheres
Jornal da Educação276 - Março 2014
Edição 275 - 2014 - Em atualização
JornaldaEducação274 - NovDez2013
JornaldaEducação273
Edição de Agosto 2013 - JE 271
Indisciplina x Aprendizagem
JE 270 JULHO 2013
Jornal da Educação 269
Edição Maio - 2013 - em atualização
Edição Abril 2013
Edição Janeiro/Fevereiro/Março/2013
Câmara de Vereador faz homenagem JE
Edição 264 - Outubro 2012
Edição 263 - Setembro 2012
Edição 25 ANOS DO JE
25 ANOS VALORIZANDO O PROFESSOR
Edição Junho 2012
Edição Maio de 2012
Edição Abril de 2012
Edição Março de 2012
Edição Janeiro/Fevereiro de 2012
Edição Dezembro/2011
Edição Novembro/2011
Edição Outubro/2011
Edição Setembro/2011
Edição Agosto/2011
Edição Julho/2011
Edição Junho/2011
Edição Maio/2011
Edição Abril/2011
Edição Março/2011
Edição Janeiro-Feveveiro/2011
Edição Dezembro/2010
Edição Novembro/2010
Edição Outubro/2010
Edição Setembro/2010
Edição Agosto/2010
Edição Julho/2010
Edição Junho/2010
Edição Maio/2010
Edição Abril/2010
Edição Março/2010
Edição Janeiro/Fevereiro 2010
Edição Dezembro/2009
Edição Novembro/2009
Edição Outubro/2009
Edição Setembro/2009
Edição Agosto/2009
Edição Julho/2009
Edição Junho/2009
Edição 226/Maio de 2009
Edição Abril/2009
Edição Março/2009
Edição Janeiro-Fevereiro/2009
Edição Dezembro/2008
Edição Novembro/2008
Edição Outubro/2008
Edição Setembro/2008
Edição Agosto/2008
Edição Julho/2008
Edição Junho/2008
Edição Maio/2008
Edição Abril/2008
Edição Março/2008
Janeiro & Fevereiro/2008
Edição Novembro/Dezembro 2007
Edição Outubro/2007
Edição Setembro/2007
Edição Agosto/2007
Edição Julho/2007
Edição Junho/2007
Edição Maio/2007
Edicão Março/2007
Edição Abril/2007
Edição Fevereiro/2007
Edição Janeiro/2007
Edição Dezembro/2006
Edição 199