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Planejamento escolar = sucesso nos estudos
MARIA GORETI GOMES - 05-Fev-2015
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Alunos da Escola Estadual Dr. Tufi Dippe lançam gibi
Jornal da Educacao - 28-Jan-2015
   A Escola Estadual Dr. Tufi Dippe, de Joinville, começa o ano letivo de 2015 com uma boa novidade. Os alunos lançarão em março um gibi com histórias em quadrinhos que aprenderam a fazer em aulas da...
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Conheça os dez finalistas do prêmio Educadores Nota 10
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Professoras de Joinville estão entre as DEZ vencedoras do Prêmio Educador nota 10
Jornal da Educacao - 07-Ago-2014
AS PROFESSORAS Angela Maria Vieira e Paula Aparecida Sestari desenvolveram projetos ambientais nas escolas Dois projetos desenvolvidos por professoras de escolas municipais de Joinville estão entre os...
Eu tenho vergonha de ser brasileiro (JE286)
21-Mai-2015
A afirmação de um jovem caixa de supermercado em Joinville é o retrato do pensamento da quase totalidade dos brasileiros diante das manchetes jornalísticas diárias desde o final do ano passado. 
O rapaz, de cerca de 18 anos, expressou seu sentimento  diante de clientes que conversavam na fila, enquanto aguardavam para serem atendidos por ele. 
E complementou rapidamente, sem dar tempo para argumentos contrários, “Se eu pudesse, iria embora daqui. É muito roubo, muita corrupção. E em vez de parar de roubar, os caras que estão no poder, lá encima, dizem que roubaram porque os outros também já roubavam. 
Os politicos roubaram e continuam roubando. As pessoas roubam e querem tudo pra si. O governo não governa. É muita incompetencia. E muita hipocrisia, é muita corrupção. E o exemplo vem lá de cima”, disparou o rapaz enquanto passava as compras pela máquina registradora. 
A cliente logo contrapôs o rapaz:”mas não basta ter vergonha, o que você tem feito para melhorar nosso país? “Eu sozinho não posso melhorar nada disso. São eles que fazem as leis e eles estão lá no bem bom e nós aqui trabalhando no domingo, e ainda temos que pagar a conta da roubalheira. O Brasil não tem mais jeito. Os políticos me envergonham.
  Os caras que estão lá é que tem que parar de roubar e de enganar e mentir pra gente”, continuou atendendo e falando num tom suave e simpático. 
A resposta do garoto deixou perplexos os clientes que estavam próximos. É comum ouvirmos que o jovem não quer saber de nada, está alienado. E foi o estudante de terceiro ano do ensino médio, que demonstrou muita consciência de sua condição de cidadão brasileiro.  
Aquele brasileiro disparou sua fúria contra a sua Pátria Amada e expressou-se com tanta raiva e veemência, mas em tom suave e cordial, que  naquele momento conseguiu resumiu o pensamento da maioria quase absoluta da população brasileira. 
Os clientes dois professores, um pesquisado do setor de comunicação e um vendedor de produtos industriais, não conseguiram acrescentar nada à sua fala ou demovê-lo de sua vontade de deixar o Brasil.  
“Eu não posso fazer nada! Repetiu diversas vezes, enquanto trabalhava. Se eu pudesse iria embora desse país, mas eu tenho vergonha até de ir lá pra fora e ter que responder quando perguntarem, que sou brasileiro”. O sentimento de impotência, reina soberano entre os brasileiros. Independente da idade, da camada social ou do nível de escolaridade, os brasileiros sentem-se envergonhados de sua cidadania e impotentes. 
Já não acreditam na própria capacidade de mudar a situação do país, em uma solução vinda dos políticos  e menos ainda dos atuais governantes. 
Na contramão desse sentimento de impotência, está a prepotência dos políticos e do governo. A grande maioria se julga acima do poder e merecedor de todas as beneces que o dinheiro público possa lhes prover, independente de onde vier.  
Se é para fazer ajuste fiscal, que seja no salários dos desempregados ou dos aposentados e pensionistas. Se é para reduzir os gastos públicos, que seja  o do investimento em bolsas de estudos do Pronatec (ou até mesmo com o não pagamento das parcelas vencidas em 2014), do ProUni ou financiamento estudantil-FIES. Pode ser ainda na redução das verbas para pesquisas ou bolsas de pós graduação ou com o fim de programas de intercâmbio científico. 
As contas com a não compra e distribuição de vacinas, como a BCG que está em falta sistematicamente em todo o país, também reduzem as contas do governo. 
Mas o fundo partidário pode ser triplicado. Se for para recuperar o caixa da Petrobrás, que seja mantendo o preço dos combustíveis nas alturas, enquanto o barril de petróleo é vendido no exterior por valores cada vez mais baixos. Crise? É coisa que a imprensa está colocando está na cabeça dos brasileiros. Desemprego, bolso  vazio, dívidas aumentam na mesma proporção que a sensação de impotência e a vergonha dos brasileiros.  
O sentimento de impotência e a falta de luz no fim do túnel provoca uma espécie de depressão coletiva a ponto de, nem o governo e nem a oposição, conseguirem mobilizar a população para ir às ruas manifestar sua aprovação ou reprovação. 
As pessoas não querem mais sair de casa, preferem fazer panelaço de dentro do conforto do lar. As postagens nas redes sociais são feitas em sua maioria por profissionais de comunicação contratados exclusivamente para este fim. Idealismo? Esta em crise.  
O caixa do supermercado, os professores em greve em quase todo o país, os cidadãos que ocuparam às ruas ou fizeram panelaços, os vendedores, os funcionários da Petrobrás, enfim todos que não são políticos ou corruptos, tinham (e têm) em comum a mesma sensação de impotência e vergonha. Para os brasileiros conscientes da situação limite em que vive o país, a única solução, é deixar o Brasil...
Trata-se, infelizmente, da mesma sensação de impotência e a vergonha que reporta a mulher vítima de violência doméstica praticada pelo pai de seus filhos ou uma vítima de estupro que tem vergonha de denunciar seu agressor. De vítima, passa a sentir-se culpada. 
E assim como a mulher espancada pelo marido que prometou protegê-la,  se pudesse o abandonaria; o brasileiro, agredido em sua dignidade e desrespeitado política, intelectual e economicamente, sente-se impotente e dependente de um Estado pseudo protetor e paternalista. 
 
Planejamento escolar = sucesso nos estudos
05-Fev-2015

Escola Municipal Elizabeth Von Dreifuss, em Joinville,  foi reformada para receber os alunos
Escola Municipal Elizabeth Von Dreifuss, em Joinville, foi reformada para receber os alunos

Cerca de 60 mil alunos começam nesta quinta-feira o ano letivo de 2015 nas escolas municipais de Joinville. Eles vão ocupar as salas de 83 escolas do ensino fundamental e de 61 dos centros de educação infantil (mais 54 conveniados) para mais uma jornada pelo conhecimento.  Entre as expectativas, o desejo de “ir bem na escola”. Mas  como conseguir sucesso nos estudos? A definição de um plano individual logo no começo das atividades é um dos caminhos para um período organizado e produtivo, segundo a gerente de desenvolvimento educacional da Editora FTD Viviane Flores. Confira as dicas da especialista:

 Organize seu espaço – não importa se estamos falando de um quarto ou uma escrivaninha, crie um lugar onde todos os seus materiais possam ser encontrados. Centralize anotações, livros e demais pertences lembrando que, por ser este seu espaço de estudos, deve ser também um lugar que propicie esta atividade. Tenha liberdade para deixar o espaço escolhido agradável e iluminado, um ambiente saudável ajuda bastante na concentração para a realização das atividades.

 Estabeleça sua rotina – é importante elaborar um planejamento das atividades diárias considerando o tempo que terá para se dedicar aos estudos fora da escola. Quando este horário se torna sagrado, você limita um período em que outras coisas não serão possíveis. E seja religioso no cumprimento deste planejamento, quanto menos "furar" com seu plano, mais dedicação. O foco neste momento é realizar tudo o que é necessário além das aulas. Lembre-se de que nas tarefas em que o uso da internet é necessário, o cuidado com as distrações deve ser constante. Evite utilizar ferramentas de comunicação, sites de relacionamento não ligados ao que está sendo estudado, etc.

Descubra o seu estilo – muitos assimilam melhor os conceitos ouvindo. Para outros, é necessário escrever tudo o que compreendem. Descubra de que forma fica mais confortável para você. Estudar é algo muito particular e é muito importante respeitar a forma como nos relacionamos com o saber.

Compartilhe – adotar um par ou mesmo um grupo para determinados momentos. Combine com colegas com quem tem afinidade um grupo de apoio que pode se reunir com regularidade. O intuito é esclarecer as dúvidas de todos e, para isso, é importante que todos compartilhem o que sabem, suas habilidades em determinadas matérias e mesmo as dúvidas para, se necessário, buscar auxílio com outras pessoas. Um grupo regular cria o hábito de estudo e pode ser bem interessante para trocar ideias sobre como cada um aprende.

 Explore outras ferramentas – aproveite todos os recursos disponíveis para melhorar seus estudos. Muitas vezes, em sua escola, os murais trazem dicas de estudo, materiais complementares, convites para aulas de reforço e você quase não aproveita as oportunidades. É importante que ferramentas disponibilizadas em seus materiais didáticos, portais e outras oferecidas em sua escola sejam conhecidas e utilizadas até antes das dúvidas surgirem.

 

Atualizado em ( 05-Fev-2015 )
 
Alunos da Escola Estadual Dr. Tufi Dippe lançam gibi
28-Jan-2015

Gibis produzidos pelos alunos da Tufi Dippe
Gibis produzidos pelos alunos da Escola Tufi Dippe
 

  A Escola Estadual Dr. Tufi Dippe, de Joinville, começa o ano letivo de 2015 com uma boa novidade. Os alunos lançarão em março um gibi com histórias em quadrinhos que aprenderam a fazer em aulas da oficina de ensino integral Mais Educação, sediadas no próprio colégio para alunos do ensino fundamental. Foram dois anos de trabalho até a produção da “Tufinautas”, publicação em preto e branco que enche de orgulho todos os envolvidos no projeto.

            Desde 2010, a instituição vem desenvolvendo o Mais Educação, onde os alunos de qualquer escola da rede de ensino estadual ou municipal, podem ficar além do seu período de aula participando de oficinas oferecidas pela Tufi Dippe. Quem participa de uma das aulas, precisa participar de todas.

Em 2013, abriu-se então a oficina de quadrinhos, ministrada pelo professor voluntário Peter Roger, um especialista em mangás japoneses com vasta experiência no assunto.  As aulas de gibis tinham duração de uma hora e aconteciam uma vez por semana. 

            De acordo com a diretora geral da Dr. Tufi Dippe, Emma Cavalheiro, “as aulas do professor Roger complementam o que os alunos aprendem na sala de aula, pois as crianças vão até seu limite” disse. Para ela e para a coordenadora do projeto, Luciana Andréa Kienen, é uma ótima forma de superação para as crianças, pois elas persistem muito para chegar até o fim e terem seus quadrinhos concluídos.

 

Atualizado em ( 28-Jan-2015 )
 
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