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IBEDEC-GO diz que suspensão do WhatsApp fere o Código de Defesa do Consumidor
Jornal da Educacao - 03-Mai-2016
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Abertas vagas para Ingresso nos cursos superiores do IFC
Assessoria IFC Araquari - 17-Fev-2016
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Começa Feira Estadual de Matemática
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TCE publica liminar contra Governo do Estado na contratação dos ACTs Professores terão mais 30 dias
Maria Goreti Gomes - 09-Out-2015
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O revezamento da Tocha Olímpica visa a promover a paz e tolerância entre os povos(JE296)
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Escrito por Maria Goreti Gomes - Editora   
22-Jun-2016
Ao mesmo tempo em que a Tocha Olímpica, ou a chama da paz, da trégua entre todas as nações, percorre o país, os termos racismo, preconceito, sexismo, homofobia, xenofobia preconceito religioso e outros sinônimos de intolerância às diferenças culturais, étnicas, políticas, de gênero e religiosas passaram  a fazer parte do vocabulário diário das brasileiras e brasileiros.
Acostumados a conviver com negros, imigrantes, políticos de oposição e protestantes, os brasileiros sequer vislumbravam que o preconceito fazia parte do seu dia a dia. 
A cultura da alegria e da boa vizinhança sempre norteou as relações entre os brasileiros de todas as regiões e raças. Brancos, negros, amarelos, religiosos, ateus, nativos ou imigrantes todos dividíamos os poucos bens materiais e imateriais que tínhamos com alegria. 
No entanto, nos últimos anos, a grande maioria dos brasileiros já começa a descobrir-se mais ou menos preconceituosa. E o pior, em alguns casos, intolerante e até mesmo violenta quando se trata de aceitar as diferenças. Seja por palavras, seja por atos julgam-se acima da lei e merecedores de deferência especial por serem dessa ou daquela igreja, por ter fé, por atuarem nesse ou naquele partido político ou terem nascido num berço ou localidade especial. 
Por conta destes equívocos de ego, assistimos ao aumento da discriminação e das manifestações explícitas e violentas de intolerância. Se antes o preconceito era velado, agora a sociedade vive uma fase do “eu assumo que sou” e, por conta do assumir-se, a pessoa manifesta seu preconceito em forma de ações violentas contra o outro. 
Um exemplo dessa nova vergonha nacional é o ataque a uma banda de rock, por jovens reconhecidamente neonazistas, em São Bento do Sul.  Outro, é a quantidade de estupros coletivos.
Com a aprovação de leis mais rigorosas contra este tipo de crime e o aumento da consciência da própria condição de vítima, também cresceu o número de registros oficiais. 
A discriminação vivenciada ao longo da vida, especialmente por mulheres, pobres, negros, indígenas, homossexuais, ateus, não cristãos, agnósticos ou seguidores de igrejas não tradicionais, passaram a ser denunciada e as vítimas a exigir igualdade de tratamento e direitos. 
Não há o que fazer em relação ao sentimento, já que estes não estão sob o domínio da consciência. Afinal, ninguém consegue controlar os próprios sentimentos. 
Então,  o que dizer do sentimento dos outros, mesmo que o outro seja próximo ou consanguíneo. Mas preconceito não é sentimento, é construído culturalmente ao longo de décadas. 
Portanto, se não podemos controlar os sentimentos, não podemos nos envergonhar deles, mas as atitudes precisam ser controladas. Se não há porque envergonhar-se de não conseguir apaixonar-se por um negro ou negra, ou por uma pessoa do mesmo sexo, não há porque envergonhar-se de respeitá-la em sua opção de vida e sexual.  
A população brasileira, que durante anos, apoiou os movimentos em defesa da família e da propriedade dos mais abastados, há algumas décadas, passou a cobrar o seu direito à propriedade também. 
Já não se admite que as gerações atuais continuem a receber as benesses recebidas por seus antepassados. Seja na época em que a coroa portuguesa (e mais tarde a brasileira) doou terras para os capitães hereditários explorarem; sejam as filhas e netas de militares que não casaram oficialmente, para continuar a receber suas   aposentadorias por toda a vida. 
Do mesmo modo, não se pode admitir que os afro-descendentes sejam eternamente discriminados porque seus antepassados eram escravos. Ou os favelados sejam tachados de traficantes ou sujos por causa de sua condição de pobreza material. 
Dinheiro vai e vem, mas a cultura e o preconceito são construída ao longo da vida. E a escola pouco, ou quase nada pode fazer para mudar essa realidade de coisa, a não ser aproveitar eventos que na sua essência promovem a paz entre os povos, como a Olimpíada, para promover a convivência pacífica e tolerante entre os próprios alunos. 
Afinal, o que move a sociedade e a faz crescer ou definhar são as pessoas e suas atitudes em relação aos outros. 
A xenofobia que moveu os ingleses a votarem pela saída da União Européia, é a mesma que faz muitos alunos odiarem seus professores, por simples aversão ou medo de pessoas, que lhe parecem estranhas ou vindas “de outro planeta”. 
O termo é de origem grega, se forma a partir das palavras “xénos” (estrangeiro) e “phóbos” (medo). A xenofobia pode se caracterizar como uma forma de preconceito ou como uma doença, um transtorno psiquiátrico. 
O preconceito gerado pela xenofobia é algo controverso. Geralmente se manifesta através de ações discriminatórias e ódio,  intolerância e aversão por aqueles que vêm de outros países ou de diferentes culturas.
Nem todas as formas de discriminação contra minorias étnicas, diferentes culturas, subculturas ou crenças podem ser consideradas xenofobia. Em muitos casos são atitudes associadas a conflitos ideológicos, choque de culturas ou mesmo motivações políticas.
Como doença, a xenofobia é um transtorno causado por um medo descontrolado do desconhecido, que se transforma em desequilíbrio. 
Quem sofre este transtorno possivelmente passou por uma má experiência ao estar exposto a uma situação desconhecida que causou terror e deixou marcas que vão interferir na sua vida diária.
O Brasil é conhecido por ser um país que recebeu e recebe muitos imigrantes de vários países com diferentes culturas, sem graves demonstrações de xenofobia. 
No entanto, no século XIX se verificou no Brasil um fenômeno chamado lusofobia, que resultou de um sentimento nacionalista de alguns políticos brasileiros, que tinham como objetivo reduzir a interação de indivíduos portugueses na economia local. 
No Brasil da atualidade, o ‘ódio ou a fobia” aos políticos tem deixado os bons cidadãos fora da direção do país. E o silêncio dos bons é conivente com as ações dos maus.  
A intolerância religiosa tem no terrorismo do estado islâmico seu maior e principal representante, mas há séculos católicos e protestantes (ou evangélicos), ambos cristãos, acusam-se mutuamente de seguir falsos ídolos e preceitos. 
O termo que descreve a atitude mental caracterizada pela falta de habilidade ou vontade em reconhecer e respeitar diferenças ou crenças religiosas de terceiros. Pode constituir uma intolerância ideológica ou política, sendo que, ambas têm sido comuns através da história. 
A maioria dos grupos religiosos já foi perseguida em alguma época de nossa história, mas a perseguição aos infiéis ou aos fiéis a outras ideias, resultou em prisões ilegais, espancamentos, torturas, execução injustificada, negação de benefícios e de direitos e liberdades civis. 
Durante os movimentos pelo impeachment da presidente Dilma, o preconceito contra a sua condição de mulher foi retratado em imagens da rede social que a denegriam em sua condição de mulher e não por sua inaptidão em administrar. 
O mesmo preconceito foi aflorado no governo Temer, no primeiro momento, quando foi anunciada sua equipe de governo, a inexistência de mulheres entre os ministros foi suficiente para taxá-lo como governo discriminatório. 
Sabemos que mulheres e homens têm modo diferente de administrar um mesmo conflito, mas seria o gênero, o principal requisito para ser um chefe de estado ou mesmo de uma empresa privada?
As mulheres são a maioria nos bancos escolares, estão mais bem formadas e teoricamente melhor preparadas para o mercado de trabalho, mas se um marido fica em casa cuidando das crianças e da casa, enquanto a mulher busca o sustento financeiro da família, o casal também é discriminado. 
Já é tempo dos brasileiros diferenciarem sentimentos de atitudes, atos de pensamentos e preconceito de conceito construído a partir de vivencias e estudos. 
Ser preconceituoso não é crime, crime é ser intolerante e violentar o direito do outro de ser e escolher como e com quem viver e conviver.
Que a chama da paz leve a tolerância, por onde passar. E que este seja mais um dos legados das Olimpíadas ao Brasil, já que os legados materiais (instalações esportivas, de transporte e culturais) serão para a cidade-sede, o Rio de Janeiro.     
 
Desacatar o professor é crime (JE295)
Classificação: / 0
Escrito por Maria Goreti Gomes - Editora   
22-Jun-2016
Em outubro de 2011, publicamos editorial neste mesmo espaço do Jornal da Educação, alertando para a solidão do professor em sala de aula. E desde então, a dura e solitária realidade do professor não se alterou para melhor. Pelo contrário, cada vez mais, os professores estão abandonados à própria sorte e especialmente por esta razão, abandonando as salas de aula. 
A crescente fuga da profissão (os cursos de licenciatura também estão sem alunos) decorre principalmente desse abandono o que contribui sobremaneira para as agressões dos alunos, dos pais e até mesmo dos próprios colegas de escola, que deveriam dar suporte a quem tem a missão de ensinar.  
A cada dia mais indisciplinados e indispostos ao estudo, os alunos nem precisam fazer muito esforço para deixar o professor acuado. Como na maioria quase absoluta das escolas, a sala é da turma, o professor é o intruso que vem “na casa do aluno” querendo impor regras e ensinar. 
Assim, a sala de aula vem se transformando no reduto dos alunos contra a estrutura social estabelecida e os professores são os alvos mais fáceis, já que cabe a eles estabelecer as regras e avaliar  a aprendizagem. 
Naquela edição, alertávamos que o professor não pode continuar solitário em sala de aula e que era urgente uma solução. O exemplo da Escola da Ponte, na região do Porto, em Portugal, que tirou as paredes e transformou a escola numa grande sala de aula coletiva com os alunos trabalhando em equipes, nas quais os maiores ensinavam os menores em projetos de aprendizagem coletiva, foi uma das soluções apontadas. 
O projeto Escola da Ponte foi desenvolvido exatamente porque os professores estavam sendo constantemente desrespeitados e agredidos, inclusive fisicamente, nas salas de aula fechadas. 
A escola atendia crianças vindas de comunidades violentas, eram as indesejadas, aquelas ‘que ninguém quer ter como alunos’.  
Uma das primeiras providências propostas pelo grupo de professores fundadores,  foi eliminar as paredes das  salas de aula e colocar todos os professores a atender a todos os estudantes. Ministrando suas aulas num espaço coletivo único, sendo responsáveis por pequenos grupos, mas também pelo coletivo, os professores davam suporte uns aos outros.
Qual aluno iria agredir um professor aos olhos de todos os colegas e demais professores? 
Portanto, a famosa Escola da Ponte conseguiu resolver, o problema da solidão do professor, tornando a sala de aula um espaço coletivizado, plenamente visível, como deve ser um espaço público.
Ao acabar com o confinamento da sala de aula, eliminou-se também a possibilidade de embate entre o professor e seu aluno,  no espaço denominado como da turma, ou seja, os alunos se reforçam porque o professor ali é o intruso. 
A realidade brasileira, entretanto, não tem apresentado solução semelhante. Em algumas escolas, a implementação de salas ambientes para o professor tem conseguido diminuir em muito o desrespeito e até a agressividade contra o docente, visto que são os alunos que se deslocam até a sala, que é do professor. Ou seja, também na escola eles terão uma autoridade “dona do pedaço”. 
E para piorar, continuamos ensinando a impunidade e o desrespeito nas próprias escolas e desde os primeiros anos de escolaridade. 
Os casos de agressão aos colegas e também aos professores geralmente são tratados como problema de indisciplina e na maioria das vezes, a escola dá uma “solução doméstica”. 
A tendência é a escola resolver por si para não parecer que é incompetente para educar as crianças que ali estão. 
O mesmo que acontece com alguns pais que terceirizam a educação dos filhos para a escola. “Façam o que quiserem com ele, eu não dou conta”, dizem...   
Enquanto tratarmos a agressão física ou mesmo oral ou virtual (internet) como caso de indisciplina, continuaremos a ensinar a impunidade. Agressão é infração e, portanto, caso de polícia. 
Deve ser registrada em delegacia de polícia e tanto o aluno, quanto os pais devem ser responsabilizados. 
Aliás, vale lembrar que professor é funcionário público e assim como todos os demais funcionários públicos desse país, estão amparados pela lei: 
O desacato ao funcionário público no exercício da função é crime e a lei está amparada ao artigo 331 do Código Penal brasileiro. 
Sendo assim, o ideal  é que haja aviso em todas as salas de aulas e demais ambientes da escola. 
E, mais ainda, que sejam denunciados e processados por recorrente e deliberado desacato, desrespeito e distúrbio em ambiente público.

Artigo 331 do Código Penal: 
Desacato: Desacatar  funcionário  público no exercício da função ou em razão dela 
Pena: detenção, de 6 (seis) meses a 2 (dois) anos, ou multa – competência dos juizados especiais criminais, podendo, o réu ser beneficiado com o instituto da transação penal (Constituem infrações de menor potencial ofensivo: crimes a que a lei comine pena máxima não superior a dois anos, ou multa).

O objetivo dessa lei é assegurar o normal funcionamento do Estado, protegendo o prestígio do exercício da função pública. A proteção se refere mais à função pública do que a própria pessoa do funcionário. 
Ou seja, desacatar o professor, sendo indisciplinado e prejudicando sua função primeira, a de ensinar, é crime e deve ser tratado como tal. 
Essa talvez seja a grande lição a ser ensinada nas escolas. O estado quer ensinar e o cidadão por não  querer  aprender,  atrapalha  o funcionário público no dever de sua função, a de dar aula. 
São poucos os estabelecimentos de ensino nos quais há suporte ao professor, que além de funcionário público é um ser humano, tem família, problemas de saúde e sofre com a forte pressão e estresse, inerentes à profissão, fica sozinho e apesar de ser vítima, muitas vezes é tratado como se fosse o algoz. 
Trabalhar com pessoas é difícil, a afirmação, de tão repetida, caiu na vala comum. O professor precisa de ajuda. E, mais do que isso, precisa ser fortalecido, autorizado e apoiado em suas ações pelo conjunto da escola e da secretaria de educação. 
Ao proteger o professor,  o aluno também estará protegido, muitas vezes de si próprio e dos pais. 
Apesar de estar solitário e trabalhar grande parte do tempo sem o suporte necessário, na relação com o aluno, o professor sempre é o adulto. E como adulto, terá de administrar os conflitos. 
E pela própria formação para o magistério, acredita que consegue melhorar e educar para o bem. Mas a realidade tem lhe mostrado, a duras penas, que quando todas as crianças, adolescentes e jovens estão na escola, não são somente os de boa índole e com vontade de aprender que lá estão. 
Nesse momento, é preciso retornar aos livros e estudar sobre o aluno ideal e o idealizado mostrado nas teorias aprendidas durante o curso de licenciatura. 
Mas seguramente, somente com a ajuda dos gestores e demais colegas, conseguirá encontrar a saída do labirinto que tem se tornado o ambiente escolar. 

Atualizado em ( 05-Jul-2016 )
 
Despreparados é pouco (JE294)
Classificação: / 0
Escrito por Maria Goreti Gomes   
26-Abr-2016
No domingo, dia 17 de abril, a Nação brasileira assistiu atônita, as mais de 500 justificativas de votos dos deputados federais a favor ou contra a aceitação do processo de impedimento da presidente Dilma Rousseff, com base na Lei de Responsabilidade Fiscal. 
Indignação, surpresa, raiva e desespero não faltaram aos brasileiros em frente à TV. 
Sentimentos multiplicados nos momentos e dias seguintes, quando os noticiários ressaltavam os discursos esdrúxulos da maioria dos deputados. 
Despreparo não descreve a capacidade intelectual e política dos deputados se considerados os discursos nos microfones do Congresso Nacional naquele dia. 
Entre todos, o mais criticado, que representa o maior perigo para a nossa recém instalada democracia, e que também acendeu todas as lâmpadas de alerta do restante do mundo sobre nós, foi o do pré candidato a presidente da república, Jair Bolsonaro. 
Ao homenagear o torturador Brilhante Ustra, fez os brasileiros lembrarem a ditadura militar e o que considerávamos incipiente e muito pequeno movimento pelo retorno dos militares ao poder.  
A sociedade brasileira deu resposta rápida e a Ordem dos Advogados do Brasil- OAB e o Partido Verde-PV protocolaram pedido de cassação do deputado por falta de decoro, na Câmara. Mas os eleitores também precisam fazer a sua parte nas eleições.
Não vamos reafirmar a constatação de que nossos representes no legislativo são mal preparados, alguns de baixissimo nível cultural, outros fanáticos e a maioria sequer sabia para, por quem e menos ainda porque foi eleito.  
Além dos discursos, houve cusparada e acusações contra os colegas e o presidente da casa, que também é réu em processo por corrupção e de cassação por falta de decoro. 
Ou seja, fizeram a coisa certa, mas na hora errada. Deveriam fazer tais acusações durante a sessão em que votarão ou não a cassação de Eduardo Cunha.  
Os “discursos tortos” deram abertura para a defesa da presidente entrar com pedido de nulidade da votação.  
E se estas “trocas de elogios” não forem consideradas quebra de decoro parlamentar, a respeitabilidade ao Congresso estará comprometida para sempre. 
Mostrar aos brasileiros quem são seus representes, eleitos pelo voto direto, talvez tenha sido a maior e mais verdadeira contribuição das redes de televisões à Nação brasileira. Somente o SBT de Sílvio Santos optou por não transmitir ao vivo a sessão tida como histórica.  
O serviço das emissoras de TV pode ser, em certa medida, equiparado à decisão de Sérgio Moro, juiz da Lava Jato, de “vazar” as conversas telefônicas entre Lula e seus aliados, entre eles a presidente, em articulações para livrar o ex presidente das investigações pelo juiz de primeira instância. 
Aliás, o juiz é o único brasileiro na lista de cem personalidades mais influentes do mundo, da revista americana Times.
Enquanto assistíamos ao espetáculo do Congresso, os brasileiros percebemos que dificilmente os políticos que lá estão votarão as reformas política, da previdência, fiscal, tributária, trabalhista e muitas outras absolutamente necessárias para que o Brasil “saia da lama”. 
O nosso CARÍSSIMO - de muitíssimo DISPENDIOSO - Congresso Nacional pesa cada vez mais em nosso bolso, na mesma proporção que pesa em nossa consciência o voto dado a pelo menos um deles. 
Assim, a única maneira de aliviar o peso e a vergonha de ter esta (falta de) qualidade de legisladores, como representantes, é usando a mesma justificativa usada na economia doméstica: CARO É AQUILO QUE A GENTE NÃO PRECISA. 
Deste modo, após a tal sessão histórica, cresceu em muito a proposta de realização de eleições gerais antecipadas no Brasil. 
Agora é esperar os acontecimentos, pois por enquanto o Brasil está órfão de presidente. Estamos numa espécie de limbo em que nem a presidente Dilma governa, nem seu vice e menos ainda o Congresso, cumpre seu papel. 
Esperamos que no Senado Federal, para onde foi enviado o processo de impedimento, a discussão e a votação siga em outro rumo. 
Acredita-se que os senadores, pela própria dificuldade em chegar lá, sejam mais preparados, tenham mais experiência legislativa. Mas não podemos esperar muito. 
Afinal, o Brasil não tem empregos, dinheiro, educação, leis, segurança, energia, saúde e nem tempo que possibilitem ficar esperando eternamente pela boa vontade de nossos políticos.   
Atualizado em ( 11-Mai-2016 )
 
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38 SELECT ms.id AS sid, ms.type AS stype, mc.id AS cid, mc.type AS ctype, i.id as sectionid, i.id As catid, ms.published AS spub, mc.published AS cpub FROM jos_content AS i LEFT JOIN jos_sections AS s ON i.sectionid = s.id LEFT JOIN jos_menu AS ms ON ms.componentid = s.id LEFT JOIN jos_categories AS c ON i.catid = c.id LEFT JOIN jos_menu AS mc ON mc.componentid = c.id WHERE ( ms.type IN ( 'content_section', 'content_blog_section' ) OR mc.type IN ( 'content_blog_category', 'content_category' ) ) AND i.id = 2114 ORDER BY ms.type DESC, mc.type DESC, ms.id, mc.id
39 SELECT * FROM jos_sections WHERE id = '1'
40 SELECT * FROM jos_categories WHERE id = '1'
41 SELECT id FROM jos_menu WHERE type = 'content_typed' AND published = 1 AND link = 'index.php?option=com_content&task=view&id=2099'
42 SELECT id FROM jos_menu WHERE type = 'content_item_link' AND published = 1 AND link = 'index.php?option=com_content&task=view&id=2099'
43 SELECT ms.id AS sid, ms.type AS stype, mc.id AS cid, mc.type AS ctype, i.id as sectionid, i.id As catid, ms.published AS spub, mc.published AS cpub FROM jos_content AS i LEFT JOIN jos_sections AS s ON i.sectionid = s.id LEFT JOIN jos_menu AS ms ON ms.componentid = s.id LEFT JOIN jos_categories AS c ON i.catid = c.id LEFT JOIN jos_menu AS mc ON mc.componentid = c.id WHERE ( ms.type IN ( 'content_section', 'content_blog_section' ) OR mc.type IN ( 'content_blog_category', 'content_category' ) ) AND i.id = 2099 ORDER BY ms.type DESC, mc.type DESC, ms.id, mc.id
44 SELECT * FROM jos_sections WHERE id = '1'
45 SELECT * FROM jos_categories WHERE id = '1'
46 SELECT a.name FROM jos_users AS a LEFT JOIN jos_content AS b ON a.id=b.created_by WHERE a.id=63
47 SELECT id FROM jos_menu WHERE type = 'content_typed' AND published = 1 AND link = 'index.php?option=com_content&task=view&id=2091'
48 SELECT id FROM jos_menu WHERE type = 'content_item_link' AND published = 1 AND link = 'index.php?option=com_content&task=view&id=2091'
49 SELECT ms.id AS sid, ms.type AS stype, mc.id AS cid, mc.type AS ctype, i.id as sectionid, i.id As catid, ms.published AS spub, mc.published AS cpub FROM jos_content AS i LEFT JOIN jos_sections AS s ON i.sectionid = s.id LEFT JOIN jos_menu AS ms ON ms.componentid = s.id LEFT JOIN jos_categories AS c ON i.catid = c.id LEFT JOIN jos_menu AS mc ON mc.componentid = c.id WHERE ( ms.type IN ( 'content_section', 'content_blog_section' ) OR mc.type IN ( 'content_blog_category', 'content_category' ) ) AND i.id = 2091 ORDER BY ms.type DESC, mc.type DESC, ms.id, mc.id
50 SELECT * FROM jos_sections WHERE id = '1'
51 SELECT * FROM jos_categories WHERE id = '1'
52 SELECT a.name FROM jos_users AS a LEFT JOIN jos_content AS b ON a.id=b.created_by WHERE a.id=72
53 SELECT id FROM jos_menu WHERE type = 'content_typed' AND published = 1 AND link = 'index.php?option=com_content&task=view&id=2090'
54 SELECT id FROM jos_menu WHERE type = 'content_item_link' AND published = 1 AND link = 'index.php?option=com_content&task=view&id=2090'
55 SELECT ms.id AS sid, ms.type AS stype, mc.id AS cid, mc.type AS ctype, i.id as sectionid, i.id As catid, ms.published AS spub, mc.published AS cpub FROM jos_content AS i LEFT JOIN jos_sections AS s ON i.sectionid = s.id LEFT JOIN jos_menu AS ms ON ms.componentid = s.id LEFT JOIN jos_categories AS c ON i.catid = c.id LEFT JOIN jos_menu AS mc ON mc.componentid = c.id WHERE ( ms.type IN ( 'content_section', 'content_blog_section' ) OR mc.type IN ( 'content_blog_category', 'content_category' ) ) AND i.id = 2090 ORDER BY ms.type DESC, mc.type DESC, ms.id, mc.id
56 SELECT * FROM jos_sections WHERE id = '1'
57 SELECT * FROM jos_categories WHERE id = '1'
58 SELECT a.name FROM jos_users AS a LEFT JOIN jos_content AS b ON a.id=b.created_by WHERE a.id=63
59 SELECT a.id, a.title, a.sectionid, a.catid FROM jos_content AS a LEFT JOIN jos_content_frontpage AS f ON f.content_id = a.id INNER JOIN jos_categories AS cc ON cc.id = a.catid INNER JOIN jos_sections AS s ON s.id = a.sectionid WHERE ( a.state = 1 AND a.sectionid > 0 ) AND ( a.publish_up = '0000-00-00 00:00:00' OR a.publish_up <= '2016-08-25 08:20' ) AND ( a.publish_down = '0000-00-00 00:00:00' OR a.publish_down >= '2016-08-25 08:20' ) AND a.access <= 0 AND cc.access <= 0 AND s.access <= 0 AND s.published = 1 AND cc.published = 1 ORDER BY a.hits DESC LIMIT 5
60 SELECT ms.id AS sid, ms.type AS stype, mc.id AS cid, mc.type AS ctype, i.id as sectionid, i.id As catid, ms.published AS spub, mc.published AS cpub FROM jos_content AS i LEFT JOIN jos_sections AS s ON i.sectionid = s.id LEFT JOIN jos_menu AS ms ON ms.componentid = s.id LEFT JOIN jos_categories AS c ON i.catid = c.id LEFT JOIN jos_menu AS mc ON mc.componentid = c.id WHERE ( ms.type IN ( 'content_section', 'content_blog_section' ) OR mc.type IN ( 'content_blog_category', 'content_category' ) ) AND i.id = 1520 ORDER BY ms.type DESC, mc.type DESC, ms.id, mc.id
61 SELECT ms.id AS sid, ms.type AS stype, mc.id AS cid, mc.type AS ctype, i.id as sectionid, i.id As catid, ms.published AS spub, mc.published AS cpub FROM jos_content AS i LEFT JOIN jos_sections AS s ON i.sectionid = s.id LEFT JOIN jos_menu AS ms ON ms.componentid = s.id LEFT JOIN jos_categories AS c ON i.catid = c.id LEFT JOIN jos_menu AS mc ON mc.componentid = c.id WHERE ( ms.type IN ( 'content_section', 'content_blog_section' ) OR mc.type IN ( 'content_blog_category', 'content_category' ) ) AND i.id = 1453 ORDER BY ms.type DESC, mc.type DESC, ms.id, mc.id
62 SELECT ms.id AS sid, ms.type AS stype, mc.id AS cid, mc.type AS ctype, i.id as sectionid, i.id As catid, ms.published AS spub, mc.published AS cpub FROM jos_content AS i LEFT JOIN jos_sections AS s ON i.sectionid = s.id LEFT JOIN jos_menu AS ms ON ms.componentid = s.id LEFT JOIN jos_categories AS c ON i.catid = c.id LEFT JOIN jos_menu AS mc ON mc.componentid = c.id WHERE ( ms.type IN ( 'content_section', 'content_blog_section' ) OR mc.type IN ( 'content_blog_category', 'content_category' ) ) AND i.id = 1604 ORDER BY ms.type DESC, mc.type DESC, ms.id, mc.id
63 SELECT ms.id AS sid, ms.type AS stype, mc.id AS cid, mc.type AS ctype, i.id as sectionid, i.id As catid, ms.published AS spub, mc.published AS cpub FROM jos_content AS i LEFT JOIN jos_sections AS s ON i.sectionid = s.id LEFT JOIN jos_menu AS ms ON ms.componentid = s.id LEFT JOIN jos_categories AS c ON i.catid = c.id LEFT JOIN jos_menu AS mc ON mc.componentid = c.id WHERE ( ms.type IN ( 'content_section', 'content_blog_section' ) OR mc.type IN ( 'content_blog_category', 'content_category' ) ) AND i.id = 837 ORDER BY ms.type DESC, mc.type DESC, ms.id, mc.id
64 SELECT ms.id AS sid, ms.type AS stype, mc.id AS cid, mc.type AS ctype, i.id as sectionid, i.id As catid, ms.published AS spub, mc.published AS cpub FROM jos_content AS i LEFT JOIN jos_sections AS s ON i.sectionid = s.id LEFT JOIN jos_menu AS ms ON ms.componentid = s.id LEFT JOIN jos_categories AS c ON i.catid = c.id LEFT JOIN jos_menu AS mc ON mc.componentid = c.id WHERE ( ms.type IN ( 'content_section', 'content_blog_section' ) OR mc.type IN ( 'content_blog_category', 'content_category' ) ) AND i.id = 159 ORDER BY ms.type DESC, mc.type DESC, ms.id, mc.id
65 SELECT * FROM jos_banner WHERE showBanner=1
66 UPDATE jos_banner SET impmade = impmade + 1 WHERE bid = 3
67 SELECT * FROM jos_banner WHERE showBanner=1
68 UPDATE jos_banner SET impmade = impmade + 1 WHERE bid = 3
69 SELECT p.id, p.title FROM jos_polls AS p INNER JOIN jos_poll_menu AS pm ON pm.pollid = p.id WHERE ( pm.menuid = 1 OR pm.menuid = 0 ) AND p.published = 1
70 SELECT id FROM jos_menu WHERE type = 'components' AND published = 1 AND link = 'index.php?option=com_poll'
71 SELECT id, text FROM jos_poll_data WHERE pollid = 14 AND text != '' ORDER BY id
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75 SELECT id FROM jos_menu WHERE link = 'index.php?option=com_search' AND published = 1