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Compusoftware promove série de webcasts gratuitos ao longo do ano - exclusivo internet
Jornal da Educacao - 13-Jul-2015
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Planejamento escolar = sucesso nos estudos
MARIA GORETI GOMES - 05-Fev-2015
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Alunos da Escola Estadual Dr. Tufi Dippe lançam gibi
Jornal da Educacao - 28-Jan-2015
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Catarinenses podem justificar ausência às urnas pela internet
MARIA GORETI GOMES - 08-Out-2014
Catarinenses podem justificar ausência às urnas pela internetFlorianópolis - O eleitor que não votou e não justificou a ausência às urnas no dia da eleição deve fazê-lo até 28 de novembro. Para facili...
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Conheça os dez finalistas do prêmio Educadores Nota 10
Jornal da Educacao - 07-Ago-2014
  Evento de premiação acontecerá no dia 20 de outubro, na Sala São Paulo São Paulo -  A Fundação Victor Civita (FVC), em conjunto com um grupo de especialistas da área de educação, elegeu, por meio de...
Planos de educação devem melhorar em mais de 60% a vida e saúde do professor(JE287)
Escrito por Maria Goreti Gomes   
27-Jul-2015
Nos últimos meses, a população brasileira foi chamada a participar de audiências públicas que discutiam os novos planos estaduais e municipais de educação. 
O dia 24 de junho, era a data limite para estados e municípios adequarem suas leis ao Plano Nacional de Educação. O prazo instituito pela Lei Nº 13.005, de 25 de junho de 2014, ou o Plano Nacional de Educação (2014-2024) foi cumprido por menos de 50% dos municípios e estados, o que poderá  levar o MEC a deixar de repassar verbas. 
Entre os pontos que dificultaram a aprovação dos planos locais, está a questão de gêneros e, obviamente, a equiparação dos salários dos professores aos demais funcionários públicos com mesma  escolaridade.
Somente esta equiparação, representa um reajuste de cerca de 60% no salário inicial da categoria, tomando por base o atual piso da categoria que é de R$1.917,78 e os salários de engenheiros e enfermeiros, publicados nos editais de concursos e ou processos seletivos para ingresso. Vale registrar que grande parte dos 5.570 municípios sequer paga o piso a seus professores.
Entre os estados, somente  Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rondônia, Amapá, Distrito Federal, Espírito Santo, Pará, Paraíba, Paraná e Pernambuco conseguiram aprovar seus PEE na data prevista pela lei. 
A Secretaria de Estado da Educação de SC entregou à Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc) o Plano Estadual de Educação, no dia 16 de junho. A expectativa é de que seja aprovado no segundo semestre.
O PNE prevê a valorização dos professores, o que também representa um empoderamento dos profissionais que atuam na sala de aula. Este empoderamento representa a perda de parte do poder e de influência dos gestores públicos sobre o processo pedagógico e, especialmente, sobre a gestão da escola e do conhecimento escolar. 
Sabe-se que, quanto menor o sistema educacional (município ou estado), maior a influência político-partidária na gestão da escola e do saber de seus munícipes.  
Ou seja, por traz das discussões dos novos planos de educação está a discussão das políticas públicas e, em última análise, da qualidade de ensino e de vida do cidadão. 
O PNE prevê não somente a valorização dos professores, mas também a gestão democrática e técnica das escolas, empoderando os profissionais em efetivo trabalho na sala de aula. O que não interessa à grande maioria dos políticos que se perpetuam no poder sob o manto (e falso discurso) da “prioridade para educação”. 
É fácil entender como chegamos ao “fundo do poço” quando se analisa a atual situação do ensino brasileiro em comparação com as demais nações pelo mundo afora. Quando se prioriza tudo: educação, saúde, criança, idosos, igualdade de gênero e raça, etc.. em verdade, não se está priorizando coisa alguma. 
Há consenso de que a educação precisa ser a prioridade de uma nação. Mas não há ações nesta direção. A valorização do trabalho pedagógico e do professor que efetivamente consiga proporcionar ensino de qualidade a seus educandos é, portanto, a única saída para o Brasil mergulhado em crise econômica, moral, politica e administrativa profunda. 
Pesquisas mostram que nossos professores estão cada vez mais doentes. O estresse, a depressão e um conjunto cada vez maior de síndromes decorrentes do excesso de trabalho, da falta de respeito não somente por parte dos alunos e pais, mas também dos colegas de trabalho e de gestores escolares, são a causa da maioria das  doenças. 
Diretores e diretoras despreparados para gerir a escola, especialmente no que se refere à indisciplina crescente dos estudantes (cada vez mais infantilizados e protegidos) e a ingerência política sobre os profissionais e o fazer pedagógico. 
Estas ações externas, mas não desconectadas com a sala de aula resultam em síndromes caracterizadas por respostas e sentimentos negativos como a raiva e a depressão, geralmente acompanhadas de mudanças fisiológicas e bioquímicas potencialmente patológicas. São as chamadas doenças psicossomáticas que pioram no final do semestre ou ano letivo. 
A Organização Internacional do Trabalho (OIT) alerta que a categoria esta cada vez mais afetada pelo esgotamento mental. A vontade dos que estão em sala de aula é abandonar o ensino, numa tentativa de recuperar sua saúde. O número dos que abandonam a carreira por absoluta insatisfação com o resultado do trabalho aumenta a cada dia. 
Tanto nas escolas da rede pública, quanto nas da rede privada, os professores têm dificuldade de identificar o que seja o efetivo exercício da categoria. Esta   incapacidade de definir a própria profissão resulta no sentimento de desvalorização que os torna desanimados,  irritados, cansados, exaustos. E, por fim, os impossibilita de ensinar com alegria, o que acaba se refletindo na falta de interesse de aprender nos alunos. 
Os docentes reconhecem como causas desse quadro o baixo salário, a sobrecarga de trabalho, a desvalorização profissional por parte dos governos, direção da escola, alunos, pais e sociedade. E se o lazer pudesse minimizar esta situação de coisas, é desnecessário dizer que os baixos salários e excesso de trabalho extra-classe, excluem esta “válvula de escape”.
As relações difíceis e conflituosas nas escolas contribuem para o desconforto do professor. O fato de estarem assumindo papel de “babá-enfermeira”, de se sentirem exigidos demais pela direção e pais, de se sentirem uma espécie de “empregado doméstico”, como se o saber não fosse uma fonte de mediação entre ele e seus alunos deixa a sensação de que a doença inclui também a perda da “voz”. Então, calado, doente e sem perspectivas resta-lhe abandonar a sala de aula. 
E se as discussões e os novos planos de educação não empoderarem o professor, atribuindo-lhe o poder de gerenciar não somente o conhecimento de seus alunos, mas também a própria vida financeira e saúde, descobriremos em breve que o poço em que o País mergulhou é mais fundo do que se poderia imaginar.   
 
Compusoftware promove série de webcasts gratuitos ao longo do ano - exclusivo internet
Escrito por Jornal da Educacao   
13-Jul-2015

A Compusoftware Solutions & Reseller, empresa da Globalweb Corp, um dos maiores conglomerados brasileiros de Tecnologia da Informação (TI), promeve, ao longo do ano, uma série de webcasts mensais gratuitos sobre soluções de TI, com foco em Cloud, Office, Windows e Internet das coisas (IoT).  Os workshops online são destinados a profissionais de TI, clientes, parceiros e estudantes.

Ministrado por profissionais experientes da área, os webcasts debaterão temas atuais do mercado de Tecnologia da Informação (TI). O primeiro curso abordou o tema “Internet das Coisas (IoT) e novidades do Windows 10”. “Promover os webcasts nos dá a oportunidade de disseminar conteúdos de qualidade sobre TI. Em nosso primeiro workshop online, por exemplo, falamos sobre Internet das Coisas, que é a tradução para a nova era em que estamos vivendo, na qual diversos objetos e dispositivos inteligentes interagem entre si e conosco. Debater esse e outros fenômenos, oferecer informação de qualidade e incitar o questionamento dos novos e atuais profissionais do mercado são alguns dos principais objetivos da Compusoftware” destaca Adriano Vieira, Presidente da Compusoftware Solutions & Reseller.


Os interessados sobre Internet das Coisas (IoT) poderão participar de encontros futuros que vão ocorrer ao longo do ano. A lista completa de temas e um breve descritivo podem ser conferidos no site da companhia pelo link: http://www.compusoftware.com.br/eventos/


Próximos webcasts já confirmados:


 *      Tema: Administração do tempo com o Microsoft Outlook


Data: 15 de julho


*      Tema: Internet das Coisas (IoT) e novidades do Windows 10

Data: 29 de julho, 23 de setembro e 18 de novembro.


*      Tema: Produtividade com o Office 365

Data: 12 de agosto


*      Tema: Otimizando sua apresentação em Power Point

Data: 09 de setembro 


*      Tema: Excel e suas funcionalidades em BI

Data: 21 de outubro 


 

OBS.: Para participar dos webcasts, é necessário confirmar a presença pelo e-mail Este endereço de e-mail está protegido contra spam bots, pelo que o Javascript terá de estar activado para poder visualizar o endereço de email enviando nome, empresa, cargo, e-mail e telefone para contato.

Sobre a Globalweb Corp:

A Globalweb Corp é um dos maiores conglomerados brasileiros de Tecnologia da Informação, com expertise em desenvolvimento de softwares de gestão de negócios, excelência em outsourcing e infraestrutura de TI e liderança em soluções para a plataforma Microsoft. Pioneira em ofertas de cloud computing no País, a Globalweb Corp tem parceria com os maiores fabricantes mundiais de tecnologia. A companhia possui escritórios em São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ), Brasília (DF), Belo Horizonte (MG) e Miami (EUA), de onde atende os demais países da América Latina. Mais informações: www.globalweb.com.br/globalweb

 
A gente tem sede de justiça e honestidade! (JE 285)
Escrito por Maria Goreti Gomes   
25-Fev-2015
Há anos ouvimos que o brasileiro não poderia perder a capacidade de indignar-se. Acredita-se que diante de tanta corrupção, roubo do dinheiro público, violência e injustiça que crescem diariamente é impossível continuar parado. Os acontecimentos do início de ano, deixam dúvidas, se o brasileiro teria perdido ou não a capacidade de reação especialmente contra os desmandos do governo federal. 
As eleições de 2014 mostraram que o governo federal conseguiu levar o brasileiro a acreditar nos números manipulados das estatísticas governamentais. No exterior, os números apresentados pelo governo brasileiro já estão desacreditados há muito tempo. Mesmo levantamentos feitos pelo IBGE tiveram os dados alterados ou não divulgados, antes das eleições.
Passadas as eleições, mantido o poder por mais quatro anos, dezenas de funcionários exonerados a pedido por não poderem fazer o seu trabalho corretamente, o brasileiro passou a conhecer, em parte, os dados da realidade do seu país. 
O resultado das eleições mostrou que a capacidade de analisar a conjuntura e estratégias políticas está diminuída nos brasileiros. Este já é um dos resultados do  baixo nível do ensino, que diz estar preparando para a vida. 
Alguém está preparado para pagar mais de 80% na conta de energia elétrica e 15% no litro de combustível? Ou para conviver com um desemprego que subiu de 6 para cerca de 20% em menos um trimestre?
Os partidos de oposição sucumbiram às estratégias de marketing dos atuais detentores do poder e, assim como os brasileiros, aguardam atônitos pela divulgação, amplamente negociada e adiada, dos nomes dos políticos envolvidos na roubalheira do principal patrimônio material do cidadão brasileiro, a Petrobras. 
Até o momento, o brasileiro conseguiu somente iniciar o pagamento de parcelas da dívida de sua maior empresa. Contraída por ter admitido corruptos e corruptores como gestores político-administrativos, a dívida agora está imbutida no preço dos combustíveis e da energia elétrica.  Esta última aumentou mais de 50% por conta da geração por termoelétricas, porque não choveu nos lugares certos. 
Ao contrário do desemprego, que chegou exatamente nos pontos em que a Petrobras deixou de atuar por causa da crise. 
Assim, o brasileiro atônito e sentindo-se impotente, descobriu que está pagando mais pelo combustível e, muito rapidamente pagará mais pelo alimento, pelo transporte, pela moradia e por tudo mais que comprar, pois a economia brasileira é movida sobre quatro rodas. 
O projeto real de “governo=poder” implantado pelo PT e seus aliados no Brasil incluiu modificações inclusive na lei de responsabilidade fiscal proposta e promulgada por eles mesmos.  
Ou vejamos, quando um cidadão gasta acima de sua condição de pagamento, a primeira providência é planejar suas próximas compras e negociar o cronograma de pagamentos da dívida. E se o credor for o governo, não tem negociação. O cidadão terá de apertar o cinto e voltar a viver dentro de seus padrões, administrando o próprio dinheiro e planejando o futuro.
Quando um gestor ou gestora do dinheiro público, eleito ou indicado, gasta acima do orçado, deposita parte do dinheiro público em  contas privadas ou perde o controle sobre o paradeiro do dinheiro público que estava sob sua guarda,  o Executivo manda uma “mensagem” ao Legislativo para mudar a lei. E, imediatamente, passa a executar ações que levarão o cidadão, aquele mesmo que já está apertando o cinto, a enviar mais dinheiro aos cofres públicos. 
Ao mesmo tempo, o administrador da esfera pública passa a “construir a agenda positiva” e a dar desculpas, na tentativa de explicar sua incompetência administrativa. A corrupção, o erro, o roubo, tudo seria culpa dos outros que começaram. O fato dele ter continuado, ampliado, se beneficiado e jamais investigado mesmo estando no poder, não deve ser considerado.
Chegamos ao ponto que não somente a corrupção, mas também  a manipulação de dados e as desculpas esfarrapadas estarem institucionalizadas. “Fizemos aquilo que os outros também fizeram. Definitivamente o impossível parece estar acontecendo. A que ponto chegamos? Ter que  concordar com Paulo Maluf  é imperdoável. O político paulista disse em entrevista há mais de uma década, que o PT está fazendo no governo tudo aquilo que acusava os governos da época em que era oposição, fazerem. 
Nestes momentos de crises surgem os“especialistas” a dizer o que deveria ter sido feito, e apontando os pseudo culpados. Invariavelmente, estes “especialistas” se unem às autoridades responsáveis pela crise para atribuir a culpa à vítima: o cidadão.  
O jogo de empura é tão absurdo que se falta água e energia elétrica é porque o povo desperdiça. Nunca é da falta de planejamento dos governos e das centenas de funcionários públicos pagos para planejar e executar os serviços públicos. O país não diversificou sua matriz energética e colocou sua economia sobre quatro rodas, mas a culpa pela crise de abastecimento é dos caminhoneiros. Se tem rombo na previdência, é porque o trabalhador se aposentou cedo demais.    
O rombo no caixa da Petrobras, equivalente ao orçamento anual do Sistema Único de Saúde(SUS) cerca de US$188 bilhões, é culpa dos trabalhadores das empreiteiras, que pagaram propina para ganhar os contratos, e agora estão com salários atrasados e demitindo em massa.
A gasolina sobe, assim como a violência, a péssima qualidade do ensino, a impunidade, as verbas para os parlamentares e seus familiares, a energia elétrica, o IPTU, a parcela patronal do INSS das empresas, as tarifas dos serviços públicos, o preço dos alimentos, do vestuário, dos imóveis,  do transporte .... 
No país em que os ‘peixes ENORMES’ continuam administrando o dinheiro, as empresas e os serviços públicos como se fossem privados (para si e seus aliados) e continuam por mais de uma década impunes, esquecer de alguma de minhas múltiplas obrigações de cidadã brasileira, não diminuirá em nada a sensação de injustiça e impunidade. 
O cidadão brasileiro honesto tem sede de acabar com esse sentimento de impotência e já não aceita ser apontado como culpado pelo caos que está se instalando nesta república que já nem de bananas é mais, tamanha a crise no setor agrícola. 
Nenhuma crise começa como uma explosão de uma bomba, ela vai se instalando vagarosamente em decorrência das politicas públicas que vão sendo implementadas ano após ano. E se nossos atuais governantes tivessem um mínimo de decência, pediriam demissão imediata e em caráter irrevogável. 
Assim como faz qualquer trabalhador honesto, quando vê constatada a sua incapacidade,inabilidade e impossibilidade de vir a ser apto para o cargo para o qual fora contratado. 
Atualizado em ( 26-Ago-2015 )
 
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