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Começa Feira Estadual de Matemática
Jornal da Educacao - 28-Out-2015
A partir desta quarta-feira, 28 de outubro, acontece em Joinville a 31ª Feira Catarinense de Matemática. A abertura será às 18 horas, no Expocentro Edmundo Doubrawa, seguida de visitação pública. A or...
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TCE publica liminar contra Governo do Estado na contratação dos ACTs Professores terão mais 30 dias
Maria Goreti Gomes - 09-Out-2015
Uma vitória aos professores catarinenses Admitidos em Caráter Temporário (ACTs) foi concedida nesta quinta-feira (8) pelo Tribunal de Contas do Estado, para que eles possam participar dos processos se...
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Mostra Arte Para Todos de Joinville
Jornal da Educacao - 29-Set-2015
Evento que será realizado no dia 30 de setembro, terá painel sobre o papel da arte no desenvolvimento de pessoas com deficiência intelectual e apresentações de dança e teatro. A entrada é gratuita   ...
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Faça uma homenagem a sua PROFESSOR
Jornal da Educacao - 24-Set-2015
O Dia do Professor está chegando e em homenagem a eles, a empresa Planneta está promovendo o Concurso Cultural Meu Professor é Nota 10.Até o dia 10 de outubro, crianças e adultos de todo o país devem...
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Compusoftware promove série de webcasts gratuitos ao longo do ano - exclusivo internet
Jornal da Educacao - 13-Jul-2015
A Compusoftware Solutions & Reseller, empresa da Globalweb Corp, um dos maiores conglomerados brasileiros de Tecnologia da Informação (TI), promeve, ao longo do ano, uma série de webcasts mensais...
QUEM CUIDA DO PROFESSOR?(JE290)
Escrito por Maria Goreti Gomes - Editora   
15-Out-2015
Quando criança, meu pai tinha uma rural. O carro saia da garagem raríssimas vezes. Mas todo primeiro dia do ano, visitávamos meu tio na  cidade vizinha. No carro eram meu pai (motorista), minha mãe e nós seis irmãos. A viagem era muito esperada. 
Assim, logo cedo, entrávamos no carro fazendo festa. Invariavelmente o carro não pegava ao toque da chave.  Meu pai ao volante, cruzava os braços e perguntava: todos já entraram? Depois de um sonante SIM. Ele acrescentava: e agora quem empurra??
Neste mês em que festejamos, o Dia Mundial do Professor (5) e o Dia do Professor (Brasil) ao pensar na situação do professor nas escolas brasileiras,  recordei daquela cena da infância.  
Assim como nós, que entrávamos no carro felizes para ir passear, quem escolhe a profissão de ensinar, sabe que terá pela frente muitos desafios. 
Ainda durante o estágio curricular, o futuro professor sabe que encontrará uma sala de aula heterogênea e sem muitos recursos. Um salário que sempre será insuficientes para pagar a necessária dedicação, só superado pela satisfação de sentir que participou determinantemente para mudar a vida de um aluno.
Seguramente, a quase totalidade dos que escolheram a profissão de professor, o fez porque ama o ser humano. Por ser um idealista, que acredita na possibilidade de mudar a natureza do animal denominado homem, humanizando-o ainda mais. 
O ideal que o move é dar sua contribuição, registrar sua marca em alguém, melhorar as pessoas e, como consequência direta, melhorar o mundo. 
Ninguém escolhe uma profissão como a de professor porque pretende ter uma vida financeira confortável ou porque é um aventureiro a procura de novos e grandes desafios radicais junto a natureza, mesmo que a humana. 
Todo professor é, antes de tudo, um idealizador, um amante da vida, um guerreiro cujas armas são o conhecimento e a própria sabedoria  em escolher o meio e modo corretos e eficazes de compartilhar  o próprio saber com os estudantes.  Por querer construir um mundo novo é muito mais do que um ensinador. 
Antes de tudo, o professor é um comunicador de boas e novas facetas de um universo cheio de novidades comprovadas cientificamente, mas que precisam ser desvendadas e contrapostas pelas novas gerações. 
Nas escolas é um cuidador que consegue ouvir e aconselhar como um psicólogo. Curar as feridas da ignorância como uma enfermeira. Administrar como uma gestora, o conhecimento, o relacionamento e o tempo de dezenas de vidas. É também um engenheiro que planeja e constrói os alicerces da obra de muitas vidas. Outras vezes é um orientador capaz de mostrar o caminho para a sabedoria. 
Um jogador que dribla os sentimentos, ressentimentos e conflitos pessoais e profissionais, deixando-os do lado de fora da sala de aula para, após respirar fundo, encontrar em algum lugar de sua alma, a energia para motivar os alunos a aprenderem mais. 
É ainda um religioso e tem fé profunda para acreditar que aquela criança que o desrespeita com o olhar, gestos e palavras (assim como seus pais, e muitas vezes com a cooperação velada de diretores), será melhor e se tornará um adulto capaz de dar sua contribuição para a humanidade. 
Durante os conselhos de classe, é um vidente que prevê o futuro daqueles alunos que insistem em não fazer as atividades e tarefas solicitadas por ele e seus colegas professores. 
Em verdade, a professora ou o professor tem pura e tão somente a missão de ensinar, de repassar para as novas gerações o conhecimento e seus benefícios, construído pela e para a raça humana ao longo da história. 
E por isso sua importância para a sociedade é inquestionável. Mesmo que possamos questionar a maneira como a sociedade brasileira demonstra a importância que dá ao professo
Ainda assim restará a grande pergunta: Quem cuida da professora ou do professor? Esse ser apaixonado pela humanidade e idealizador que acredita que é possível ensinar às pessoas a melhorar. Quem afinal cuida de quem ensina? 
Não é o aluno. Não é o gestor da escola que está cuidando dos alunos para entregá-los aos pais no final de cada dia letivo. 
Não é a secretaria da educação que adota como missão primordial garantir o direito de aprender do aluno e cobra especialmente do professor que o faça. 
Não é o prefeito que tem uma cidade inteira para administrar . Não é o ministro da educação que se ocupa mais das coisas políticas do que das práticas.  
Será que os pais, que por quererem o melhor para seus filhos cuidam do professor? São eles que em casa ensinam aos filhos o respeito aos professores e a disciplina necessária à aprendizagem? 
Será a equipe pedagógica da escola que olha por aquele ser humano em formação, como o são também seus alunos?
Numa discussão com o aluno,  na dificuldade que detecta em ensinar ou em aprender, a quem o professor pode recorrer?
Afinal, quem na escola, cuida do principal agente do ensino? Quem está com ele no momento exato em que um aluno tem uma convulsão na sala de aula? Quem irá verificar se ela está constrangida porque um aluno de 9, 10, 11 anos a mandou pra PQP?
O professor é o adulto, o profissional que está ali por escolha própria, fez até concurso de seleção para conquistar a vaga. Mas, quem cuida de fazê-lo sentir-se realizado e feliz com sua escolha?
Basta passar alguns minutos numa escola, seja pública ou privada, para perceber que as professoras e professores brasileiros precisam de cuidados. 
Seja para suprir carências na sua formação, seja para dar uma sugestão para solucionar um problema financeiro ou familiar, seja para compartilhar a dificuldade de relacionamento com um aluno, com os familiares ou com a vizinha. Sim, a vizinha, porque professora também tem alguém morando ao lado, que pensa e age de modo diferente do seu e isso gera conflitos. 
Quanto mais procuramos, menos encontramos quem cuida do professor e da professora. Neste mês em que as homenagens são muitas, os elogios e até agradecimentos são inúmeros, quem dará ao professor o que ele mais precisa: um colinho, uma carícia, palavras motivadoras e energia, um decreto em forma de salário digno e, principalmente, um cuidado verdadeiro e diário. 
Cuidar da professora é tratá-la com respeito, é reconhecê-la como figura central da escola no cumprimento de seu dever maior: ensinar seus membros a construir uma sociedade mais humana. 
Quem deve cuidar do professor são aqueles que estão mais próximos: a equipe gestora e pedagógica das escolas. São estes profissionais, geralmente igualmente professores, que precisam cuidar das professoras e professores. 
Em vez de apontar seus erros, acolher seus defeitos e ajudá-lo a superar seus limites. Em vez de impor que ouçam desaforos dos alunos e dos pais, intermediar as punições para os infratores das regras pré-estabelecidas e da disciplina necessária. 
Impor aos pais, e não aos professores, horário para conversar sobre seus filhos, especialmente os que foram mal educados.
Se a sociedade brasileira, a começar pelos gestores das escolas, efetivamente cuidarem dos corajosos guerreiros da atualidade: os professores, haverá esperança para este país que ainda não descobriu seu caminho para ser uma Nação.
E agora, que todos já embarcamos neste carro sem energia para dar a partida. Quem empurra?
Atualizado em ( 19-Nov-2015 )
 
Começa Feira Estadual de Matemática
Escrito por Jornal da Educacao   
28-Out-2015

A partir desta quarta-feira, 28 de outubro, acontece em Joinville a 31ª Feira Catarinense de Matemática. A abertura será às 18 horas, no Expocentro Edmundo Doubrawa, seguida de visitação pública. A organização estima que cinco mil pessoas visitem o evento até a sexta-feira, 30. Nesta edição serão expostos 175 trabalhos de estudantes de 57 municípios catarinenses.

A feira tem objetivo de promover a construção e divulgação dos conhecimentos exatos . Os projetos vencedores serão agraciados com troféus e medalhas e menção honrosa para aqueles com destaque. Serão indicados 25 trabalhos para a 5ª Feira Nacional de Matemática, em Salvador, no mês de setembro do próximo ano.

No dia 29, a exposição pode ser vista das 8h30 às 11h30 e das 13h30 às 17h30. Já no dia 30, somente no período da manhã, das 8h30 às 11h30. Ambos os dias gratuitamente.

Para expansão das feiras em âmbito nacional, será celebrado convênio entre a Fundação Universidade Regional de Blumenau (Furb), Instituto Federal Catarinense (IFC), Universidade do Estado da Bahia (Uneb) e a Sociedade Brasileira de Educação Matemática (Sbem).

 

O evento é uma promoção da Secretaria de Estado da Educação (SED), Secretaria de Desenvolvimento Regional de Joinville (SDR), Prefeitura de Joinville e Universidade Regional de Blumenau (Furb). Tem apoio do Instituto Federal Catarinense, UFSC, Udesc, Univille, Uninter, Fapesc, Senai, Fitej, Educação Adventista e Fundação Fritz Müller.

Atualizado em ( 28-Out-2015 )
 
Leis, leis, leis .....o papel aceita tudo e a impunidade reina (JE289)
Escrito por MARIA GORETI GOMES   
22-Set-2015
Aprendemos em filosofia, sociologia e psicologia que somos pelo menos três:  o que os outros pensam que somos; aquele que pensamos ser e o que realmente somos. Mas... Nos últimos anos, mais um EU foi incluído: somos também aquele que parecemos ser.  
O Brasil é um país que parece priorizar a educação, a saúde e a igualdade de oportunidades e direitos. Ou pelo menos é isso que ouvimos diariamente, especialmente nos discursos do governo (estadual, estadual e municipal). 
Diariamente os meios de comunicação, especialmente em seus espaços que parecem ser jornalísticos, nos mostram um Brasil como um dos países mais “adiantados” em termos de legislação. 
Mas...a maioria das leis, ações governamentais e até mesmo as atitudes dos brasileiros, nos mostram que não somos o que pensamos, nem o que os outros pensam que somos. A verdade é que há muito tempo, estamos empenhados em apenas parecer ser. Nos últimos anos, nosso empenho neste sentido é ainda maior. 
Apesar de acreditar nesta propaganda enganosa que fizemos de nós mesmos, o brasileiro vem descobrindo a duras penas, que não basta parecer, é preciso ser. 
Qualquer pessoa razoavelmente informada, mesmo que tenha contribuído com o voto para reconduzir o atual governo ao poder, está indignada com a corrupção e com a atual crise econômica, política, institucional e de credibilidade.  Está cada vez mais fácil encontrar pessoas dispostas a abandonar sua terra de nascimento por absoluta vergonha da pátria. Mas, lá no exterior não basta parecer ser trabalhador, culto e bem informado, é preciso ser. 
A cultura de criar lei para solucionar tudo é nossa desde sempre. Há piadas que brincam com essa nossa indulgência aos infratores das leis, que a própria sociedade cria para regular as relações entre os cidadãos.  Mas o papel aceita tudo. 
E assim tem sido. Apesar da quantidade inenarrável de leis (e de impostos e taxas), continuamos a parecer não ter racismo, ser religiosos, parecer ter emprego e salário dignos. Paracer priorizar a educação, a saúde e a segurança... Nas leis (incluídas as metas e orçamentos dos governos) temos os problemas sociais resolvidos, a distribuição de renda mais igualitárias, os impostos justos, as estradas em boas condições, a igualdade de gêneros, a liberdade de ir e vir (só não temos o dinheiro para custear). Enfim, na Constituição-nossa Lei maior, somos um país democrático. 
Mas parecer ser é muito diferente de ser. Nossa democracia é para poucos e o povo que mandaria e governaria é OBRIGADO até mesmo a votar. Então, por lei, parece que elegemos nossos governantes e legisladores. 
Reafirmando, se lei fosse solução, estaríamos entre as dez maiores e mais poderosas, nações do mundo. 
Só para exemplificar, os Estados Unidos, que são a nação mais poderosa do mundo (apesar da lei dizer que não) tem uma única constituição. Discutida e aprovada pela Convenção Constitucional de Filadélfia - na Pensilvânia, entre 25 de maio e 17 de setembro de 1787. A lei maior daquele país garante aos americanos tudo o que queríamos ter: respeito dos governantes aos nossos direitos.
Enquanto isso, o Brasil já promulgou nove constituições e diariamente são lançados movimentos pela modificação da mesma. O último movimento neste sentido vem do próprio governo federal que pretende (re)implantar a chamada CPMF. O que parece ser o imposto do cheque, mas é imposto sobre a movimentação do nosso dinheiro.
Nessa linha, de criar leis para solucionar problemas, em 2010, foi criada a Lei 12.305. Seria a solução para os lixões a céu aberto nos municípios, a denominada Política Nacional de Resíduos Sólidos. Lançada com muita pompa, como tem sido as políticas de puro marketing dos últimos governos, a lei foi descumprida pela maioria das prefeituras. Passada a euforia inicial, a imprensa voltou ao tema nas últimas semanas, apenas para noticiar que a tal “Política de Resíduos Sólidos”, não passou do que era, propaganda.titucional.
As empresas fabricantes, comerciantes, importadores e distribuidores de agrotóxicos, de pilhas, de baterias e de pneus, entre outros, não criaram os sistemas de retorno de embalagens e as prefeituras não acabaram com os lixões. 
Impunidade, infração e descumprimento de lei sem nenhuma consequência faz parte da cultura do brasileiro. 
Tudo começa na escola, desde pequenos, os alunos que mordem, bagunçam, desrespeitam os professores e os colegas, levam armas para a escola, furtam o lanche e materiais, depredam o patrimônio público (carteira por exemplo) não deveriam ficar impunes. 
É na primeira fase da vida que se aprende a (con)viver em sociedade. A escola é o primeiro ambiente social em que vivemos e é lá que aprenderemos o que é pátria e a diferenciar o público do privado. 
Se a professora simplesmente disser que é feio morder o coleguinha e resolver tudo com um pedido de desculpas e um abraço imposto, a criança vai aprendendo que as regras podem ser descumpridas, basta pedir desculpas por não a ter cumprido.. 
E assim vamos ensinando para a criança que basta parecer ser socializada e cumpridora de seus deveres. Como se a sociedade fosse um deus piedoso que atende aos apelos dos bem intencionados. 
Se a escola continuar a criar regras (leis) que parecem ser feitas para serem cumpridas, continuaremos a criar cidadãos que parecem ser. E estes pseudocidadãos continuarão a viver como nossos pais e nós mesmos: parecendo ser cidadão de um país que parece ser o melhor do mundo. 
Leis bem elaboradas e grande quantidade parecem ser boas. O papel aceita tudo, até um orçamento anual com R$ 30,5 Bi de deficit. 
Assim, no país que parece ser uma democracia, que parece ter governo, a cultura de criar leis que ficam apenas no papel, vai se consolidando cada vez  mais. 
E o brasileiro, como já dizia uma personagem de programa de humor, na década de 1980: é muito bonzinho. E é só isso que  ele deveria parecer ser.    
Atualizado em ( 12-Out-2015 )
 
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